Mulher, 34 anos, hígida, com quadro de dor e rigidez matinal superior a uma hora em interfalangeanas distais bilateralmente há seis meses. Na mesma época iniciou prostração intensa e há três meses evoluiu com dor e eritema em tornozelos e ombros. As articulações de mãos começaram a inchar junto. Nega demais sintomas. Traz nessa consulta exames laboratoriais solicitados por outro médico. Ao exame, notam-se edema e eritema em todas as articulações interfalangeanas proximais bilateralmente, bem como edema em tornozelos. Dor à mobilização de tornozelos e ombros.
Hemoglobina 14,0 g/dL; Leucócitos 6.500/mm3; Ureia 23 mg/dL; Creatinina 0,80 mg/dL; Sódio 137 mEq/L; Potássio 4,2 mEq/L; Proteína C Reativa 24,4 mg/L (< 5,0 mg/L); Velocidade de Hemossedimentação 75 mm/hora (< 15 mm/hora); Anti-CCP e Fator Reumatoide pendentes
Além da solicitação de imagens radiográficas, assinale a alternativa mais adequada quanto ao manejo farmacológico.