Texto
A escola, sem dúvida, trabalha com muitas das interfaces da leitura. Há o ler que prioritariamente se detém na busca de informação. Há o ler cuja natureza é puramente funcional. E há o ler do produto ficcional – que deveria ser fonte de grande prazer para os estudantes, mas que, ao contrário acaba por se constituir em desagradável exercício de coerção, momento em que melhor se evidenciam o autoritarismo e a extemporaneidade que vêm marcando boa parte do nosso sistema escolar. E é nesse momento que se anulam as possibilidades de fruição da leitura.
ROCCO, 1992, p.41.
O texto sugere que a escola desenvolva, no aluno, o hábito da leitura de textos