Um homem de 65 anos chega à emergência, com história de 5 dias de febre, dispneia e aumento da tosse com produção de escarro amarelado. Ele tem DPOC grave, diagnosticado há 5 anos. Os medicamentos atuais são tiotrópio e, se necessário, salbutamol. No exame físico, a temperatura é de 38,5°C, a frequência cardíaca, de 110 bpm, e a frequência respiratória, de 30 ipm. O exame pulmonar revela sibilos expiratórios difusos bilateralmente. Apresenta saturação de oxigênio ao ar ambiente de 84 %. O raio X de tórax não apresenta infiltrado nem consolidação. Após oxigênio suplementar e nebulização, apresentou melhora da saturação de oxigênio, porém se mantinha taquipneico e com sibilos expiratórios.
Qual a próxima conduta para esse paciente?