Nos estudos científicos de Bergamini e Tassinari (2010) sobre a psicodinâmica na vida organizacional, pode-se encontrar a afirmação de que “... viver uma vida razoavelmente normal e produtiva em quase todas as circunstâncias, não só no aspecto pessoal como também no ambiente do trabalho é a descrição adequada para o típico bem-estar”. Essa definição de bem-estar se contrapõe aquilo que as autoras nomeiam de um estado de psicopatologia, que tem como características principais o fato de que os trabalhadores: