Homem de 62 anos, com histórico de hipertensão e
diabetes mellitus tipo 2, é admitido ao pronto-socorro
após episódio convulsivo tônico-clônico generalizado que não cessou espontaneamente. No hospital,
ele apresenta um novo episódio, seguido por estado
de consciência alterada sem recuperação entre os
eventos. Sua glicemia capilar está dentro dos limites
normais. O paciente é diagnosticado com status epiléptico convulsivo. Após administração de 20 mg de
diazepam intravenoso e dose de fenitoína (20 mg/kg),
as crises persistem. O EEG confirma atividade ictal
contínua. TC de crânio inicial a seguir.
(https://www.google.com/url?sa=i&url=https%3A%2F%2Fradiopaedia.
org%2Fcases%2Fnormal-ct-brain&psig=AOvVaw2r6xQdUHI-GJ_vfDIsQ9l0&
ust=1734784743635000&source=images&cd=vfe&opi=89978449&ved=0CB
QQjRxqFwoTCOidwPWutooDFQAAAAAdAAAAABAE)
Dada a progressão para status epiléptico refratário, a melhor próxima abordagem terapêutica é:
(https://www.google.com/url?sa=i&url=https%3A%2F%2Fradiopaedia.
org%2Fcases%2Fnormal-ct-brain&psig=AOvVaw2r6xQdUHI-GJ_vfDIsQ9l0&
ust=1734784743635000&source=images&cd=vfe&opi=89978449&ved=0CB
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Dada a progressão para status epiléptico refratário, a melhor próxima abordagem terapêutica é: