A respeito do diagnóstico laboratorial da leishmaniose tegumentar, é correto afirmar:
o diagnóstico de certeza é possível quando se encontra o parasito, ou seus produtos, no tecido ou fluidos biológicos do hospedeiro.
o teste intradérmico se baseia na resposta de hipersensibilidade do tipo I, sendo positiva nas primeiras quatro semanas do surgimento da lesão cutânea na maioria dos pacientes.
para pesquisa direta do parasito, é possível apenas a realização da biópsia de fragmento da borda da úlcera suspeita.
o PCR é um método diagnóstico baseado na amplificação do RNA do parasito causador da leishmaniose, sendo um método de alta sensibilidade e especificidade, acessível à população.
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