Homem, 67 anos, hipertenso e tabagista de 50 maços-ano, procura o ambulatório com queixa de dispneia ao subir ladeiras e tosse seca há dois anos. Nega dispneia paroxística noturna, ortopneia, sudorese, febre ou edema de membros inferiores. Há seis meses, teve um episódio de internação após piora da dispneia e aumento da expectoração e da tosse. Para a consulta, o paciente traz exame de espirometria realizado recentemente, com o laudo de distúrbio ventilatório obstrutivo sem resposta ao broncodilatador e com capacidade vital forçada pós-broncodilatador inferior a 0,70.
Neste momento, assinale a alternativa que apresenta qual o tratamento medicamentoso de manutenção a ser prescrito para o paciente.