Leia o caso clínico a seguir.
M.P.V., do sexo feminino, de 20 anos, foi encaminhada ao ambulatório de nefrologia para avaliação de hipertensão resistente diagnosticada aos 16 anos, com várias medidas de pressão arterial maiores que 150/90, em tratamento com amlodipino 10 mg/dia, valsartana 320 mg/dia e hidroclorotiazida 25 mg/dia. A paciente também relatava síndrome do ovário policístico e estava tomando anticoncepcional oral (etinilestradiol/drospirenona). Ela se absteve de álcool, drogas ilícitas, tabaco e medicamentos de venda livre. Ambos os pais tinham hipertensão diagnosticada na faixa dos 30 anos e nenhum deles apresentava uma causa secundária conhecida de hipertensão. Ao exame físico, achados normais, exceto pela pressão arterial; índice de massa corporal de 20,4 kg/m², sem alterações retinianas, hirsutismo, estrias ou edema periférico. Os exames laboratoriais revelaram atividade de renina plasmática (PRA) > 181,7 ng/mL/h e concentração plasmática de aldosterona de 215 ng/dL, repetida e confirmada. A paciente fez uma arteriografia (imagens abaixo), o anticoncepcional foi suspenso definitivamente e um tratamento específico foi instituído, com bom controle dos níveis pressóricos.

O diagnóstico e a conduta instituída, são, respectivamente: