Segundo Sándor Ferenczi, para que um trauma seja patogênico, é
necessário haver dois momentos. O primeiro corresponde à
confusão entre a “linguagem da ternura” da criança e a “linguagem
da paixão” do adulto, produzindo um estado de comoção psíquica
pela impossibilidade de compreensão da experiência de choque.
Contudo, é o segundo momento que determina o caráter
propriamente traumático, podendo levar à clivagem do Eu na
criança.
Ferenczi denomina esse segundo momento de
Ferenczi denomina esse segundo momento de