Nos anos 70 do século passado, durante o auge dos grandes projetos de infraestrutura implantados pelos governos militares, a Amazônia era conhecida como o inferno verde.
Uma mata fechada e insalubre, empesteada de mosquitos e animais peçonhetos, que deveria ser derrubada a todo custo.
-- sempre com incentivo público - pelos colonos, operários e garimpeiros que se aventuravam pela região.Essa visão mudou bastante nas últimas duas décadas, à medida que os brasileiros perceberam que a região é um patrimônio nacional que não pode ser dilacerado sem se comprometer o futuro do próprio país.
Mesmo agora, com o reconhecimento de sua grandeza, a floresta amazônica permanece como um dominio da natureza, no qual o homem não é bem-vindo.No entanto, vivem lá 25 milhões de brasileiros, pessoas que enfrentaram o desafio do ambiente hostil e fincaram raízes na porção norte do Brasil.
Assusta observar que, no intenso debate que se trata sobre a melhor forma de preservar (ou,na maior parte das vezes,ocupar) a floresta, esteja praticamante ausente o maior protagonista da saga amazônica; o homem. É uma forma enviesada de ver a situação, pois o destino da região depende muito mais de seus habilitantes do que de papelórios produzidos em Brasília ou da boa vontade de organizações não governamentais. A prioridade de todas as iniciativas deveria ser melhorar a qualidade de vida e criar condições econômicas para que seus habitantes tenham alternativas à exploração predatória.Só assim eles vão preservar a floresta em vez de destruí-la, porque terão orgulho de sua ríqueza natural única no mundo.
VejaEspecialAmazônica.we/2009.p.22-4(com adaptações)
A partir da compreensão do texto acima apresentado e da análise de palavras e expressões linguísticas nele contidas, Julgue o próximo item.
Sem prejuizo para os sentidos e a correção gramatical do texto admite-se, para o segmento "a região é um patrimônio nacional que não pode se dilacerado sem se comprometer o futuro do próprio país", a seguinte reescritura:a região constitui uma riqueza nacional que não pode ser destroçada sem se colocar em risco o amanhã da própria nação.