“Chega de obedecer
E de ficar calado.
Chega de ter que fazer
Tudo o que eu não quero
E acho errado!
Chega, chega... e chega!
Liberdade ainda que tarde!
Independência ou morte!
Manheêêêê!
Onde está a minha roupa de goleiro¿
Paieêêêê!
Quero o dinheiro da minha mesada!”
(TELLES, Carlos Queiroz. Sementes de Sol. São Paulo: Moderna, 2003)
“Manheêêêê!
Onde está a minha roupa de goleiro?
Paieêêêê!
Quero o dinheiro da minha mesada!”
Os versos, no contexto do poema, nos mostram que:
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