R.S.L, feminino, 38 anos, com diagnóstico de asma
desde a adolescência, procura atendimento relatando
dispneia, chiado e tosse praticamente diários, despertares
noturnos semanais e limitação importante nas atividades
habituais; refere uso frequente de broncodilatador de curta
duração, com alívio apenas parcial dos sintomas; nos últimos 12 meses, apresentou duas exacerbações que necessitaram de corticoterapia sistêmica; considerando as recomendações atuais do GINA 2025 para o manejo da asma
persistente em adultos, qual é a estratégia terapêutica mais
adequada neste momento?