Um homem de 63 anos, em acompanhamento por adenocarcinoma de pulmão metastático, chega ao pronto atendimento com queixa de cefaleia difusa e contínua, há três
semanas, acompanhada de náuseas matinais e episódios
frequentes de desequilíbrio ao caminhar. Nos últimos cinco
dias, a família notou que ele começou a apresentar dificuldade intermitente para movimentar o lado direito do rosto
ao sorrir e episódios de visão dupla quando mudava o
foco de longe para perto. Ele relata também sensação
de “choques elétricos” ao flexionar o pescoço. No exame
físico, encontra-se consciente e orientado, porém com
marcha instável. Há paresia do nervo facial direito e leve
paresia do abducente esquerdo. O restante do exame
neurológico é simétrico. Sinais meníngeos são discretos.
Tomografia de crânio realizada na admissão não evidencia
massas expansivas ou hidrocefalia marcante.
Nesse caso, após o atendimento inicial e estabilização, qual é o exame apropriado para confirmar a suspeita diagnóstica sugerida pelo quadro?
Nesse caso, após o atendimento inicial e estabilização, qual é o exame apropriado para confirmar a suspeita diagnóstica sugerida pelo quadro?