Batista Mondin afirma que “o fenômeno da religião, que abarca a humanidade toda, tanto em termos de espaço como de tempo, e não apenas esse ou aquele grupo social de uma época histórica particular, é um fenômeno que assume proporções consideráveis. Os antropólogos e os etnólogos informam-nos que o homem desenvolveu uma intensa atividade religiosa desde seu primeiro aparecimento no palco da história, e que as tribos e todas as populações, de qualquer nível cultural, cultivaram alguma forma de religião. [...] Nas montanhas da Valcamonica vemos esse homem, representado por centenas de exemplares, alçar o olhar, os braços, as mãos. Perscruta o céu, busca no alto uma “realidade absoluta”, um “ser supremo”, invisível mas real, simbolizado pela luz do Sol. Essa procura está por toda a parte, no tempo e no espaço, atravessa a humanidade” (MONDIN, 1997).
A partir dessa visão histórica mondiana, pode-se concluir que: