Uma paciente de 60 anos, com história familiar de doença arterial coronariana precoce, encontra-se 1 ano após episódio de infarto agudo do miocárdio. Apresenta cardiomiopatia dilatada, dispneia aos pequenos esforços, com fração de ejeção de 30%, em uso de terapia clínica otimizada, sem isquemia passível de revascularização. O eletrocardiograma: apresenta ritmo sinusal, sinais sugestivos de inatividade elétrica anterior e QRS estreito.
A conduta imediata mais indicada é: