A comunicação que constitui a marca deve, portanto, ser entendida não como uma modalidade de funcionamento ou como técnica de difusão, mas como motor semiótico, lógico de seleção, de organização e de concretização de um projeto de sentido que é proposto e trocado com seus públicos.
SEMPRINI, Andrea. A marca pós-moderna: poder e fragilidade da marca na sociedade contemporânea. 2. ed. São Paulo: Estação das Letras e Cores, 2010. p. 77.
A respeito do tema do texto, assinale a alternativa correta.