Menino de 3 anos, previamente hígido, apresenta cefaleia holocraniana e febre há cerca de quatro
semanas, evoluindo com irritabilidade, vômitos e rigidez de nuca. Na admissão, apresenta crise
convulsiva tônico-clônica generalizada. O pai, que mora na mesma casa em que a criança, está em
tratamento para tuberculose pulmonar há dois meses. Não houve rastreio dos contatos na época do
diagnóstico paterno. O paciente é submetido à punção lombar e o resultado confirma o diagnóstico de
meningoencefalite tuberculosa (resultado do teste rápido molecular para tuberculose positivo e sem
resistência à rifampicina). De acordo com o “Manual de Recomendações para o Controle da
Tuberculose no Brasil”, de 2019, o tratamento recomendado para o caso descrito é: