Segundo a Organização Mundial da Saúde, depois da poluição do ar e da água, os decibéis acima do tolerável ocupam o terceiro lugar no ranking de problemas ambientais que mais afetam a população. De acordo com critérios do órgão, ruídos constantesE acima de 55 decibéis durante o dia ou de 40 decibéis à noite são nocivos à saúde. Além de causarem cansaço e prejudicarem a concentração e a memória, as noites mal dormidas elevam o risco de obesidade, hipertensão e diabetes. Diante de tamanha perturbação e de construções cada vez mais vulneráveis ao barulho, resta aos moradores de grandes cidades suportar a tortura ou recorrer ao arsenal de produtos antirruído. Mas há soluções para driblar tanto os ruídos aéreos, a exemplo de buzinas, vozes e música alta, quanto os de impacto, como a transmissão, pela estrutura da edificação, dos passos do vizinho de cima.
Veja, 25/4/2012 (com adaptações).
A coerência textual será preservada, mas será gerado um erro de concordância caso se proceda à