Afirma Marcelo Campos, em Freire e Freud: por uma atitude transitiva na educação sobre drogas: "O mesmo compromisso do psicanalista com o analisando permeia a relação educador/educando: cabe a mesma cautela para não ocorrer esquecimento de que o 'suposto saber' é suposto (...) O objetivo da educação sobre drogas não é prevenir o uso, mas a construção de senso crítico. O produto não é pessoas abstinentes de contato com drogas, mas pessoas com atitudes mais harmônicas e mutuamente responsáveis em relação ao uso ou não de álcool e outras drogas" (In SIQUEIRA, D. (org.) Mal(dito) cidadão: numa sociedade com drogas. São Paulo: King Graf Gráfica e Editora Ltda, 2006, p. 109; p. 115).
Conforme o trecho acima, constituem mecanismos indispensáveis a tal empreendimento educativo sobre drogas: