A avaliação e terapia de linguagem dos transtornos do espectro do autismo devem levar em conta que
as dificuldades de comunicação e linguagem não são secundárias a outras alterações, embora não sejam fundamentais para a composição do quadro clínico.
atividades que envolvam imitações são realizadas espontaneamente por crianças autistas.
dados a respeito da adaptação sociocognitiva podem ser colhidos junto aos adultos que convivam com o autista, como pais, professores terapeutas, e envolvem informações sobre contato visual, utilização de comunicação não verbal, reação a novidades.
crianças com autismo de alto funcionamento e aquelas com síndrome de Asperger apresentam dificuldades nas mesmas áreas e se beneficiam dos mesmos programas padronizados de intervenção terapêutica.
estudos recentes identificaram um marcador biológico para o autismo, fortalecendo a hipótese de que o distúrbio tenha origem neurobiológica, com componente genético.
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