Paciente de 40 anos internou com pancreatite aguda grave secundária a litíase biliar. Está afebril e apresenta dor abdominal intensa, vômitos e distensão abdominal que iniciaram 48 horas antes da internação.
Exames laboratoriais mostram:
Hemoglobina: 14 g/dL; Leucócitos: 18.000/mm³; Plaquetas: 250.000/mm³; TP: 12 segundos (VR: 12-14s); TTPa: 30 segundos (VR: 25-35s); Fibrinogênio: 390 mg/dL (VR: 200-400 mg/dL); Amilase: 1.200 U/L (VR: <100 U/L); Lipase: 2.000 U/L (VR: < 60 U/L); Cálcio iônico: 1,0 mmol/L (VR: 1,1-1,3 mmol/L); Creatinina: 1,2 mg/dL (VR: 0,6-1,2 mg/dL); PCR 15 mg/dL (VT < 1 mg/dL); Tomografia computadorizada abdominal revela pâncreas com necrose de 50% do parênquima e coleção líquida peripancreática.
A conduta inicial mais apropriada é