A esporotricose, causada pelo fungo dimorfo Sporothrix schenckii, foi descrita pela primeira vez por Benjamin Schenck no Estados Unidos em 1898. É a micose subcutânea mais comum na América Latina. A infecção é usualmente adquirida pela inoculação do fungo através da pele. A forma clínica sob a qual se apresenta depende de diversos fatores, como o tamanho do inóculo, a profundidade da inoculação traumática, a tolerância térmica da cepa e o estado imunológico do hospedeiro. As lesões costumam ser restritas à pele, tecido celular subcutâneo e vasos linfáticos adjacentes. Em raras ocasiões, pode disseminar-se para outros órgãos, ou ainda ser primariamente sistêmica, resultante da inalação de esporos. As formas clínicas de esporotricose são classificadas em:
Disponível em:https://scielosp.org/article/rpsp/2010.v27n6/455-460/