Sob a perspectiva da Teoria da Agência, o Governo Central de uma Administração Pública, durante a elaboração do orçamento, deparou-se com a seguinte situação em seus diversos órgãos da estrutura:
Cada órgão descentralizado solicitou mais recursos do que precisava sob a alegação de não ter estímulos para redução de custos, pois isso implicaria menos recursos no orçamento do ano seguinte. Além disso, o Governo Central não dispõe da informação no próprio local dos verdadeiros custos da administração descentralizada, e, por isso, não tem como medir a real necessidade de recursos para aquele ano específico.
(Adaptado de: PEREIRA, Matias, 2018)
Esta situação é conhecida na literatura como: