No que se refere ao uso de drogas para interferir favoravelmente sobre a remodelagem miocárdica, sabe-se que
a associação de inibidores da enzima conversora de angiotensina com bloqueadores de receptor de angiotensina II não se mostra mais potente sobre a remodelagem do que qualquer dos dois agentes usado separadamente.
a combinação de hidralazina e nitratos orais, embora muito potente para o reequilíbrio de cargas e para a redução da morbimortalidade da insuficiência cardíaca, não age sobre a remodelagem propriamente dita.
inotrópicos positivos como a digoxina, embora obsoletos para tratamento da doença sintomática, são altamente potentes para deter ou reverter a remodelagem miocárdica nas fases mais precoces (estádios A ou B na classificação AHA/ACC).
os inibidores da enzima conversora de angiotensina têm efeito superior ao da combinação hidralazina-nitratos sobre a remodelagem miocárdica em brancos, mas não em afrodescendentes.
a associação de carvedilol e inibidores de enzima conversora de angiotensina mostra-se especialmente potente para reversão da remodelagem miocárdica em casos de cardiomiopatia não isquêmica.
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