Um paciente de 72 anos de idade, com insuficiência renal crônica em hemodiálise e história de cardiopatia isquêmica, foi admitido com hemorragia digestiva alta maciça (hematêmese e melena). A endoscopia digestiva alta de urgência identificou uma úlcera duodenal sangrante com vaso visível (Forrest IIa). Após tentativa de hemostasia endoscópica com injeção de adrenalina e clipagem, houve ressangramento imediato. O paciente permanece instável, mesmo com reposição volêmica agressiva e múltiplas transfusões.
Diante de hemorragia recorrente e instabilidade hemodinâmica nesse contexto de alto risco, qual conduta é a mais apropriada nesse momento?