Adolescente de 16 anos, previamente hígido, iniciou um quadro de dor torácica nos últimos dias. Como evoluiu com dispneia aos esforços e ortopneia, procurou atendimento médico em um setor de emergência. Ao exame clínico, o ritmo cardíaco era regular, com bulhas normofonéticas. Na ausculta pulmonar, havia discretos estertores crepitantes nos terços inferiores bilateralmente. Pressão arterial = 102 x 68 mgH, Frequência cardíaca = 128 batimentos por minuto. Entre os exames realizados na emergência, destacam-se os seguintes:
Eletrocardiograma com taquicardia sinusal
Troponina T elevada
Ecocardiograma evidenciou hipocinesia difusa do ventrículo esquerdo, com disfunção sistólica global moderada
Após a estabilização clínica, dos exames descritos abaixo, aquele que contribuiria para a confirmação da hipótese diagnóstica é