“Costurei um agasalho
com tecido de amor,
a linha da caridade
foi o fio condutor.
Agulhas de compaixão,
estampas de gratidão.
Fiz um bolso aqui no peito
para encher de bondade,
para vestir a humanidade
que no fundo ainda tem jeito.”
(Bráulio Bessa. Disponível em: http://www.tudoepoema.com.br. Acesso em: 27.06.2023. Adaptado)
No trecho do poema, − Fiz um bolso aqui no peito / para encher de bondade... −, as palavras “bolso” e “bondade”, na ordem em que se apresentam, são