Mulher, 24 anos, previamente hígida, vítima de ferimento por arma de fogo em região craniana, encontra-se na UTI, mantida em ventilação mecânica e com baixa dose de droga vasopressora. Cerca de 15 minutos após confirmação do diagnóstico de morte encefálica, essa mulher evoluiu com parada cardiorrespiratória em atividade elétrica sem pulso. Nessa UTI, o desfibrilador é bifásico. Diante desse caso, a conduta imediata mais adequada é