O paciente com a voz típica da disfonia paralítica, ou seja, de qualidade rouco-soprosa, passa a apresentar uma emissão mais clara e estável, porém em registro elevado; essa técnica também tem-se mostrado efetiva nos casos de aumento de massa de toda prega vocal, como os edemas generalizados ou, especificamente, no edema de Reinke. O trecho refere-se ao som: