No seu hospital de emergência, dá entrada um homem vitima de agressão por arma de fogo. Quando do exame físico nota-se o orifício de entrada junto ao mamilo direito e importante edema com equimose na linha axilar posterior direita. O paciente está lúcido, referindo dor torácica e falta de ar. Observa-se taquicardia com 130 bpm, ritmo cardíaco regular em dois tempos sem arritmias ou sopros e pressão arterial de 130x80 mmHg. O murmúrio vesicular está presente à esquerda e abolido parcialmente à direita. Dentre outras atitudes, realizou-se a drenagem torácica fechada, que deu saída a importante quantidade de ar e 430 mililitros de sangue. O sangramento pelo dreno continuou com 140 mililitros na primeira hora, 85 na segunda hora e 30 mililitros na terceira hora. Durante esse período, o paciente obteve melhora da taquicardia, da dor torácica e manteve o exame físico sem outras alterações.
Diante desse quadro, a sua conduta terapêutica seria de