Sobre crise hipertensiva, faz-se CORRETO afirmar:
Pacientes que cursam com urgência hipertensiva (UH) não estão expostos a maior risco futuro de eventos cardiovasculares comparados com hipertensos que não apresentam episódios de UH.
Episódio de UH deverá ser tratado com medicamentos por via endovenosa buscando-se redução da pressão arterial em até 24 horas.
A administração sublingual de nifedipino de ação rápida foi amplamente utilizada para o tratamento da UH, no entanto, foram descritos efeitos adversos graves com essa conduta.
Na emergência hipertensiva há elevação crítica da pressão arterial com quadro clínico grave, mas sem risco de morte.
Na emergência hipertensiva os beta-bloqueadores estão contraindicados.
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