Adolescente de 15 anos apresenta dor progressiva e aumento de volume em coxa esquerda desde a infância. Ao exame, observa-se massa mole e compressível, sem sopros; a ultrassonografia com Doppler evidencia cavidades compressíveis com fluxo venoso lento e focos compatíveis com flebólitos; a ressonância magnética demonstra lesão infiltrativa hiperintensa em sequências ponderadas em T2, com realce tardio e ausência de sinais de alto fluxo.
Considerando a classificação das anomalias vasculares, os achados de imagem e as opções terapêuticas endovasculares, assinale a alternativa que apresenta interpretação e conduta mais adequadas.
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