“Há fortes evidências na literatura de que a adequada tromboprofilaxia nos pacientes cirúrgicos é custo-efetiva com uma ótima relação custo-benefício, contudo, apesar das evidências disponíveis com mais de 20 guidelines recomendando a sua utilização desde 1986, a sua adequada implantação tem sido subutilizada, comprometendo a segurança dos pacientes” (II Diretriz de Avaliação Perioperatória da Sociedade Brasileira de Cardiologia).
As recomendações mais aceitas (grau I) atualmente para a tromboprofilaxia para o tromboembolismo venoso estão sumarizadas a seguir, EXCETO:
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