Em relação às doenças degenerativas da coluna vertebral, assinale a alternativa incorreta.
Na espondilose cervical, a hipertrofia da lâmina, da dura-máter, das facetas articulares e dos ligamentos pode contribuir para estenose de canal.
Quando há concomitância de estenose de canal cervical e lombar, com indicação cirúrgica, usualmente se prefere abordar o segmento cervical primeiramente, salvo se a claudicação neurogênica for preponderante no quadro clínico.
O estreitamento de recesso lateral está presente em praticamente todos os casos de estenose central de canal, mas pode ser assintomático por si só, sendo a faceta de L3–L4 a mais frequentemente envolvida.
A espondilolistese lombar do tipo I é a displásica, sendo congênita e associada em 94% das vezes com espinha bífida oculta.
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