Foram criados e aplicados no Brasil, desde os anos 90, exames de âmbito federal, visando à realização de avaliações em larga escala, por meio de testes padronizados e questionários socioeconômicos. Essa sistemática de avaliação é alvo de crítica de Libâneo, Oliveira e Toschi (2010) e, também, de Oliveira e Pacheco, in Esteban (org., 2005), pois o uso desses processos é mais uma forma de controle do trabalho pedagógico. Isso tem levado professores, escolas e alunos a buscarem adaptações às exigências dos exames nacionais para evitar o fracasso e as consequências dele sobre todos.
Um aspecto importante, destacado por Oliveira e Pacheco, é que os resultados obtidos são tratados como meros dados estatísticos que classificam e discriminam os alunos e alunas,