Helena está recém-integrada à equipe de professores da educação infantil e foi convidada a planejar atividades de leitura acessível. Em diálogo com os profissionais da equipe multiprofissional, ela busca compreender como as narrativas orais e a contação de histórias podem favorecer a inclusão cultural e a formação de leitores ainda na primeira infância. Durante uma reunião pedagógica, uma colega afirma que a contação de histórias tem função predominantemente lúdica, servindo apenas para distrair as crianças. No entanto, Helena argumenta que essa prática, quando planejada com intencionalidade pedagógica e recursos acessíveis, é fundamental para o desenvolvimento da linguagem, da imaginação, da escuta ativa e da construção do gosto pela literatura. Com base nas práticas de acessibilidade literária, nos princípios da educação inclusiva e na formação do leitor na educação infantil, assinale a alternativa que melhor apresenta o papel pedagógico da contação de histórias no trabalho com crianças com deficiência visual.