Consumismo: felicidade maquiada
Através de meios de comunicação como rádio, televisão, jornais, revistas, outdoors, internet, entre outros, a mídia tem realizado o seu trabalho de convencer as pessoas a consumir. Para isso, utiliza-se de artistas famosos que incitam o público a comprar os produtos. O homem cresce vivenciando esse mundo manipulado pela mídia e acreditando que a felicidade possa ser encontrada quando se adquire determinada marca de roupa, calçado, carro, joia, celular, entre outros. Divulga-se a ideia da felicidade comprada. O papel da propaganda é nos deixar infelizes com que temos e criar o desejo de possuir o novo para ser feliz.
O indivíduo que cresce nesse ambiente consumista dificilmente aprende valores subjetivos que o edificam como ser pensante e emotivo. Decorre disso a dificuldade de se preencher o vazio interior, o que é buscado no consumo de bens concretos e superficiais. Tais bens são dispensáveis à felicidade? Difícil saber. Eles trazem a realização pessoal buscada pelo homem?
Jonh Locke disse que, ao vivermos em sociedade, somos de certa forma obrigados a nos moldar a seus contornos. Vivemos em uma sociedade capitalista, uma sociedade em que o consumo desenfreado parece ser a cada dia mais comum, seguindo uma lógica como: "compro, logo existo". As pessoas perderam sua individualidade, são agora simplesmente consumidoras.
Agora, na era da informática, esse consumo foi até facilitado pela internet. No cotidiano, o consumismo é estimulado e vendido como felicidade.
(Fonte: Sociologia - adaptado.)
Considerando-se as informações contidas no texto, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
(_) As pessoas perderam sua individualidade atualmente devido ao consumo desenfreado.
(_) Apesar do poder da propaganda, o homem tem o poder de lutar contra ela.
(_) Deve-se proibir que artistas famosos façam propagandas nas grandes mídias.