Para Auad e Corsino (2018), o termo “interseccionalidade” questiona os mecanismos de legitimação, designando a interdependência das relações de poder, de raça, de gênero e de classe, o que contribui para a reflexão da sub-representação das meninas e mulheres na Educação Física Escolar.
Para os autores, as formas de transgressão engendradas por alunas e docentes que buscam uma prática pedagógica capaz de cruzar as fronteiras cristalizadas pela tradição a partir de uma perspectiva de Educação Física Escolar que propicie o debate e a transformação dos arranjos de gênero polarizados e binários relaciona-se à/ao