Em relação à Equivalência Farmacêutica e a Bioequivalência, é correto afirmar que
são critérios aplicáveis a medicamentos genéricos, mas não a medicamentos similares.
a Bioequivalência pode ser necessária também a medicamentos inovadores quando são realizadas mudanças ou adequações na formulação durante o desenvolvimento clínico para extrapolação de dados de eficácia e segurança.
não é possível substituir a Bioequivalência por ensaios clínicos de fase II e III para o registro de medicamentos sob novas concentrações, novas formas farmacêuticas e novas associações.
é possível substituir a Bioequivalência por ensaios clínicos de fase IV.
Bioequivalência corresponde a um caso particular de Biodisponibilidade Relativa.
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