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2564846 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: URI
Orgão: Pref. Nova Candelária-RS
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Conheça as 10 novas terapias do SUS
Camila Kosachenco

Para investir mais na prevenção de doenças, o Ministério da Saúde vai lançar mãoI de alguns tratamentos não tão convencionais. Na segunda-feira passada, o órgão federal anunciou a inclusão de mais 10 Práticas Integrativas e Complementares como opções do Sistema Único de Saúde (SUS) – agora, são 29. Na lista dos novos procedimentos estão apiterapia, aromaterapia, bioenergética, constelação familiar, cromoterapia, geoterapia, hipnoterapia, imposição de mãos, ozonioterapia e terapia de florais. A ideia é complementar os cuidados tradicionais, e não substituí-los.

Criada em 2006, a Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC) contava com apenas cinco procedimentos nos primeiros anos – homeopatia, medicina tradicional chinesa, medicina antroposófica, plantas medicinais e fitoterapia e termalismo social/crenoterapia. Em 2017, foram acrescentadas mais 14 atividades: arteterapia, ayurveda, biodança, dança circular, meditação, musicoterapia, naturopatia, osteopatia, quiropraxia, reflexoterapia, reiki, shantala, terapia comunitária integrativa e ioga.

- O Brasil passa a contar com 29 práticas integrativas pelo SUS. Com isso, somos o país líder na oferta ......dessa......... modalidade na atenção básica. .....Essas........ práticas são investimento em prevenção ......à....... saúde, para evitar que as pessoas .......fiquem............ doentes. Precisamos continuar caminhando em direção .....à....... promoção da saúde, em vez de cuidar apenas de quem fica doente – afirmou o ministro Ricardo Barros, na abertura do 1o Congresso Internacional de Práticas Integrativas e Saúde Pública, realizado de 12 ..a..... 15 de março no Rio de Janeiro.

De acordo com a pasta, os novos procedimentos já estão liberados. Essa nova lista contempla as práticas custeadas pelo governo federal – mas isso não significa que todas elas estarão disponíveis nos municípios brasileiros. Isso porque cabe à administração municipal aderir ou não a cada uma.

A Secretaria Municipal da Saúde de Porto Alegre, por exemplo, alega que a oferta desses serviços depende da capacidade de cada equipe das 140 unidades de saúde espalhadas pela cidade. Por meio de sua assessoria de imprensa, a pasta informou que está trabalhando para mapear os locais que oferecem esses procedimentos na Capital. As novas práticas anunciadas pelo Ministério da Saúde ainda não foram discutidas no âmbito municipal.

Todas as práticas só poderão ser prescritas por um médico das Unidades Básicas de Saúde. Ou seja, não são procedimentos que poderão ser feitos de forma aleatória, mas sim mediante recomendação médica clínica.

(Jornal Zero Hora. 17 e 18 de março de 2018)

Analise as afirmações a seguir acerca do texto:

I. Ao “lançar mão” de alguns tratamentos não tão convencionais, o Ministério da Saúde tem como proposta investir mais na prevenção de doenças por meio de Práticas Integrativas e Complementares.

II. Desde que foi criada, em 2006, a Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares oferece procedimentos como homeopatia, medicina tradicional chinesa, musicoterapia e quiropraxia, entre outras.

III. Apesar de os novos procedimentos complementares à saúde já estarem liberados como opção do Sistema Único de Saúde, nem todas estarão disponíveis nos municípios brasileiros, visto que cabe à administração municipal aderir ou não a esses procedimentos.

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