Um estudo foi feito com o objetivo de testar a eficácia e a tolerância (segurança) do gel de aroeira (Schinus terebinthifolius) para tratamento da vaginose bacteriana. Quarenta e oito mulheres com vaginose bacteriana sintomática foram incluídas em ensaio clínico, comparando-se o uso do gel vaginal de aroeira (GVA) em 25 casos, com outros 23 casos que receberam gel lubrificante como placebo. Os principais desfechos avaliados foram: taxa de cura e efeitos colaterais. A taxa de cura foi de 84% no grupo GVA e 47,8% no grupo placebo (p = 0,008). Efeitos adversos relacionados ao tratamento ocorreram em 15,4% (IC95%: 12,4%; 18,4%) do grupo tratado e em 10,9% (IC95%: 8,9%; 12,9%) do grupo placebo.
A correta conclusão desse estudo é: