Em relação às fraturas expostas, é correto afirmar que
o tempo de uso de antibiótico nas fraturas expostas deve ser contínuo durante todo o tempo de permanência no hospital.
nas fraturas expostas quando há infecção, as bactérias do ambiente, que contaminam a área da lesão, têm grande correlação com as culturas obtidas durante o tratamento da infecção.
nas fraturas expostas da diáfise da tíbia, o uso de haste intramedular bloqueada com fresagem limitada é preferível à fresagem tradicional, pelo risco de disseminação da contaminação por toda a diáfise e pela lesão à circulação endosteal.
a realização de cultura da ferida, na admissão do paciente no hospital, é importante, haja vista existir um crescimento bacteriano em 76% das amostras que ajudam na orientação do antibiótico.
o tratamento definitivo das fraturas expostas tibiais de alta energia com fixação externa tem bons resultados, com baixo risco de infecção, de pseudoartrose e de consolidação viciosa, apesar do risco elevado de infecção do trajeto dos pinos.
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