Zygmunt Bauman defende que “Ser moderno passou a significar, como significa hoje em dia, ser incapaz de parar e ainda menos capaz de ficar parado. Movemo-nos e continuaremos a nos mover não tanto pelo ‘adiamento da satisfação’, como sugeriu Max Weber, mas por causa da impossibilidade de atingir a satisfação: o horizonte da satisfação, a linha de chegada do esforço, o momento da auto-congratulação tranquila movem-se rápido demais”. (BAUMAN, 2001, p. 37). O autor ainda argumenta dizendo que a esse respeito não há muitos elementos que diferenciem nossa condição da de nossos avós.
Nesse sentido apresenta duas características que fazem de nossa forma de modernidade nova e diferente. Uma destas características diz respeito