Em redes IP, o cálculo correto de sub-redes e a interpretação das tabelas de roteamento são fundamentais para determinar o encaminhamento dos pacotes entre diferentes redes. Protocolos de roteamento dinâmico, como o OSPF, permitem a troca automática das informações de roteamento, mas o encaminhamento final obedece às regras de endereçamento e de correspondência de prefixo mais específico. Sabendo disso, considere o cenário a seguir, composto por três roteadores interligados. O OSPF está habilitado entre R1, R2 e R3, configurado corretamente, e já atualizou automaticamente, entre os roteadores, as rotas necessárias para alcançar as redes diretamente conectadas.

Redes conectadas diretamente:
• R1 (LAN): 192.168.1.0/26
• R2 (LAN): 192.168.1.64/26
• R3 (LAN): 192.168.1.128/26
Enlaces entre roteadores:
• R1–R2: 10.0.0.0/30
• R2–R3: 10.0.0.4/30
Sobre esse cenário, sabendo ainda que o host H1 possui IP 192.168.1.10/26, com gateway em R1, e o host H3 possui IP 192.168.1.130/26, com gateway em R3, dadas as afirmativas,
I. Para que H1 se comunique com H3, os pacotes sairão de H1 para R1, seguirão para R2 e depois para R3, com base na rota mais específica conhecida por R1.
II. Havendo portas disponíveis em R3, é possível adicionar a sub-rede 192.168.1.192/25, que estará disponível para as demais sub-redes previamente instaladas via R3.
III. No enlace entre R2 e R3, sabendo que R2 está configurado com o IP 10.0.0.6/30, R3 só poderia estar configurado com o IP 10.0.0.7/30.
verifica-se que está/ão correta/s apenas