“Vivemos num mundo confuso e confusamente percebido.Haveria nisto um paradoxo pedindo uma explicação? De um lado, é abusivamente mencionado o extraordinário progresso das ciências e das técnicas, das quais um dos frutos são os novos materiais artificiais que autorizam precisão e intencionalidade. De outro lado, há, também, referência obrigatória à aceleração e todas as vertigens que cria, a começar pela própria velocidade”. (SANTOS, Milton. Por uma outra globalização – do pensamento único à consciência universal. Rio de Janeiro: Record, 2006.). Milton Santos em seus escritos sobre o processo de globalização, admite a percepção e existência de três mundos em um só, os
quais podem ser descritos como: