Leia atentamente o trecho a seguir:
“[Para o psicólogo,] a arte está em permanente relação com a realidade objetiva, compreensão que lhe permitia enxergar a potencialidade dessa elaboração humana para aqueles anos iniciais do século XX, nos quais a sociedade marchava para a construção da nova sociedade e de um novo homem, comunista - objetivos que deveriam ser alcançados após a Revolução Russa de 1917. Sob essa perspectiva, a arte está intrinsecamente ligada à vida, às relações sociais de determinada época, de modo que se pode entender que o material para o conteúdo e estilo artísticos são apreendidos da realidade e trabalhados a partir dela. Mesmo assim, a obra de arte não se constitui em cópia fiel da realidade objetiva, mas em algo novo, fruto de ação criativa que se transforma em produto cultural.
(...) [Para ele, a] arte vai além do simples contágio: a arte não altera apenas o humor imediato dos indivíduos, mas objetiva sentimentos e outras potencialidades humanas. Ela é capaz de provocar alterações no psiquismo dos sujeitos.”
(BARROCO, S. e SUPERTI T. (2014, p. 23). Disponível em: < https://www.scielo.br/pdf/psoc/v26n1/04.pdf>)
O texto dado aborda um dos mais importantes nomes da Psicologia da Arte, cuja pesquisa ainda hoje influencia a educação artística em todo o mundo. O psicólogo em questão é: