“Ele surpreendeu-se ao descobrir que muitas fantasias e imagens dos pacientes assemelhavamse a lendas, mitos e histórias folclóricas e que, muitas vezes, tornava-se impossível relacionar o
conteúdo dessas fantasias com as experiências específicas dos pacientes. Em 1912, chamou-as
de “imagens primordiais”, um nome substituído em 1919 por “arquétipo”. Essas descobertas são
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