Sono: manual do usuário.
Misture doses generosas de estresse, ansiedade e preocupação típicas das cidades grandes. Acrescente altas ...........taxas................... de obesidade e uma crise financeira das bravas. Adicione a gosto porções de aparelhos eletrônicos, como celulares, computadores e tablets. Pronto. Eis a receita de um problemão que assombra o Brasil e o mundo: as pessoas não dormem bem, acordam cansadas e não conseguem .............relaxar..................... na noite seguinte. E olha que essa não é apenas uma percepção de senso comum. A ciência já comprovou que a qualidade do descanso noturno vai de mal a pior.
Em 2007, o médico Sergio Tufik, diretor do Instituto do Sono, em São Paulo, levou mais de mil voluntários para seu laboratório, onde realizou uma batelada de exames. Com os laudos em mãos, ele descobriu que um terço dos indivíduos ........tinha................... apneia do sono, distúrbio marcado por roncos e pela interrupção do fluxo respiratório na madrugada, e 32% .............sofriam................. com insônia.
Mas calma que a coisa piora. Agora em 2017, o especialista reavaliou o mesmo grupo de voluntários e deparou com uma queda geral dos índices de saúde. “Para ter ideia, 62% não apresentavam apneia há dez anos. Hoje, esse número se reduziu para 31%”, relata Tufik. Aqueles que possuíam o problema em estágio moderado passaram de 9 para 18%, enquanto o quadro mais grave pulou de 7 para 19%. Tudo isso em uma década!
Sim, a situação não dá ar de melhoras. Daí o surgimento de iniciativas que .........buscam................ conscientizar a população. Em julho, por exemplo, a farmacêutica Medley lançou na capital paulista o Hotel do Sono. Durante semanas, o espaço abrigou workshops e palestras para o grande público. “Dormimos cada vez menos e não percebemos o efeito em nossas vidas”, justifica a psicóloga Maria Christina Pinto, que elaborou o conteúdo do local.
Revista saúde é vital. Outubro, 2017. Pag. 51.
Considerando os percentuais empregados no texto, analise as afirmativas a seguir:
I. O percentual 31% corresponde ao número de pessoas que apresentaram apneia em 2017.
II. O percentual 9% faz referência às pessoas com apneia em estado moderado em 2007, enquanto o percentual 18% faz referência às pessoas em iguais condições em 2017.
III. Os percentuais 7% e 19% correspondem, respectivamente, ao número de pessoas com apneia em estado grave em 2007 e em 2017.
De acordo com o texto: