A espontaneidade da criança, para esses modernistas, era o que deveria ser incentivado e preservado, pois os desenhos infantis produzidos livremente eram considerados retratos da alma. Os adultos, portanto, deveriam se limitar a observar e interferir, sempre “habilmente”, apenas em último caso. O texto acima se refere à seguinte abordagem metodológica para o Ensino de Arte: