As lutas nacionais e internacionais são destacadas pela desinstitucionalização, despolitização dos usuários da saúde mental e da assistência social. O modelo asilar e dos hospitais psiquiátricos eram criticados pelas práticas de confinamento, de segregação social e de violência institucional, prejudiciais ao desenvolvimento humano e cidadão, além de serem extremamente onerosos aos cofres públicos. O modelo antagônico à institucionalização, ao extra-hospitalar, reforça o direito à: